sábado, 6 de agosto de 2011
Macarrão com Tomate e Salmão Fumado ou Pasta con Pomodoro e Salmone Affumicato
Chegados de um tarde de praia as fomes apertam... o sal nas peles chama para o duche... tu vais eu preparo o resto... Pasta... rápida e óptima preparação para a noite de folia que se avizinha...
Ingredientes:
uma cebola picada
dois tomates aos cubos
dois dentes de alho picadinhos
um fio de azeite
duas colheres de sopa de polpa de tomate
salsa picadinha
cebolinho
oregãos
sal
pimenta moída
quatro fatias de salmão fumado
queijo parmesão
400 gramas de macarrão al dente
Ponho água a ferver, num tacho, a do duche já está boa!
Quando fervilhar junto sal e um breve e tímido fio de azeite e deita-se o macarrão a cozer até ficar no ponto al dente.
Numa frigideira, aloiram-se os dentes de alho com a cebola, uma vez doirados avermelha-se tudo com o tomate e deixa-se apurar. Acrescenta-se a salsa. Deixa-se cozinhar mais um pouco.
Entretanto sais do duche.
Vestes-te.
Corto o salmão em cubos. O macarrão está no ponto e tiro-o do lume e escorro-o. Ao molho de tomate adiciono o salmão. Envolvo tudo no macarrão. O jantar está pronto. Sirvo-o e polvilho com oregãos, cebolinho e o queijo parmesão.
Uma delícia como tu!
Esta é uma ideia de receita rápida para depois da praia.
A acompanhar: eu e tu e o nosso vinho lambrusco fresco.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Cogumelos Salteados para Saturday night
Todos se juntam. As vozes proliferam entre as gargalhadas. Mais um pouco e todos foliam. Sorrisos entre as conversas. Cumplicidades salteiam e todos brindam… ao cogumelos salteados. :-)
Ingredientes:
300 a 400 gramas de cogumelos frescos laminados e lavados
6 dentes de alho picados
Sal q.b.
Pimenta q.b.
Coentros picadinhos q.b.
Um leve fio de azeite
Numa frigideira, aquece-se o azeite e deita-se o alho. Quando o alho começar a dançar e tomar a tonalidade clara do amarelo juntam-se os cogumelos. Tempera-se de sal e pimenta moída na altura. Deixa-se cozinhar. Quando estiverem escuros, desliga-se o lume e polvilha-se de coentros. Dá-se uma remexida e serve-se tudo!!! A noite vai começar…
Beijo-vos e abraço-vos
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Arroz doce de coco
Do tradicional à vanguarda; do clássico ao moderno; de mim para ti. Se arroz-doce é bom, doce de coco também. Juntar os dois sabores numa agradável e melosa postre é a proposta para o momento. Imagine-se nós os dois… longe… aproxima-se tudo. Mistura-se. Intrometem-se os paladares e as fragrâncias… explosão! E mistura-se o coco com o arroz.
Ingredientes:
200 ml de água
Uma colher de sobremesa de margarina
Uma pitada de sal
Casca de limão
Um pau de canela
1 punhado másculo de arroz (carolino)
1l de leite meio gordo
250 ml de leite de coco
2 valentes punhados de coco ralado
4 gemas de ovo
10 colher de sopa de açúcar
Canela em pó q.b.
Ao som do verão com cheiro a samba, osculas-me com calor e intensidade, com uma mão apenas coloca-se a água num tacho e leva-se ao lume.
Aí… no início do ardor, dois corações latejam melosamente e junta-se uma pitadinha de sal, a margarina, o pau de canela e a casca do limão amarelo como o sol desta manhã a bater na janela do quarto adormecido pelo cansaço da véspera. Quando tudo estiver a borbulhar, a ferver, a sentir o calor deita-se o arroz, masculamente rego-te de beijos fugazes e tácitos.
Baixa-se o lume, embrandam-se as ardências que se alongam, prolongam-se, sentem-se, gozam-se… gozas, e deixa-se cozer o arroz. Ao longo da cozedura deita-se pequenas porções do leite que vai fervendo e prostrando o arroz.
Quando já fores a meio, tu sabes esse momento, quando já tiveres adicionado cerca de metade da quantidade do leite, intensificas, e mescla-se o coco ralado. Tudo vai cozendo, fervemos e assim continuamos, pouco a pouco, vai-se acrescentado o restante leite. O leite vai cozendo tudo. Quando o arroz estiver cozido e o leite engrossado adoça-se tudo e beijamo-nos intensamente. Junta-se o açúcar e mexe-se tudo para ajudar a dissolver os granulados sacarinos. Chegamos quase ao momento… queres continuar. Eu também. Queremos os dois. Continuamos e juntamos o leite de coco. Hummmm… oiço-te. Sinto-te a respirar. À parte, misturo as gemas com a ajuda do bico de uma faca (é uma mania). Recolho o pau da canela e a casca do limão. Em fio, misturo as gemas, num gesto rápido. Atenção: tudo continua em lume brando. O gesto é rápido. Com rapidez se activa o preparado. Fervilha. Ferve. E desliga-se o fogão. Beijamo-nos como se fosse a primeira vez. Distribui-se o preparado por taças e polvilha-se com canela… muita de preferência. Amas.
Baixa-se o lume, embrandam-se as ardências que se alongam, prolongam-se, sentem-se, gozam-se… gozas, e deixa-se cozer o arroz. Ao longo da cozedura deita-se pequenas porções do leite que vai fervendo e prostrando o arroz.
Quando já fores a meio, tu sabes esse momento, quando já tiveres adicionado cerca de metade da quantidade do leite, intensificas, e mescla-se o coco ralado. Tudo vai cozendo, fervemos e assim continuamos, pouco a pouco, vai-se acrescentado o restante leite. O leite vai cozendo tudo. Quando o arroz estiver cozido e o leite engrossado adoça-se tudo e beijamo-nos intensamente. Junta-se o açúcar e mexe-se tudo para ajudar a dissolver os granulados sacarinos. Chegamos quase ao momento… queres continuar. Eu também. Queremos os dois. Continuamos e juntamos o leite de coco. Hummmm… oiço-te. Sinto-te a respirar. À parte, misturo as gemas com a ajuda do bico de uma faca (é uma mania). Recolho o pau da canela e a casca do limão. Em fio, misturo as gemas, num gesto rápido. Atenção: tudo continua em lume brando. O gesto é rápido. Com rapidez se activa o preparado. Fervilha. Ferve. E desliga-se o fogão. Beijamo-nos como se fosse a primeira vez. Distribui-se o preparado por taças e polvilha-se com canela… muita de preferência. Amas.
Beijos e abraços
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Bolonhesa com Esparguete à Minha Maneira
À minha maneira… estas são as tuas palavras que me rebatem de dor mesquinha. Apenas encolho os ombros e viajo… deixo de te ouvir, mas sigo todos os teus gestos. A cada movimento a alma brilha e continuas… à tua maneira. Agora: à minha maneira.
Ingredientes:
350 gramas de carne de vitela picada
1 cebola picada
Três dentes de alho laminadinhos
2 tomates grandes e vermelhos picados
Uma cenoura ralada
Uma folha de louro sem o veio
5 colheres de sopa de polpa de tomate
100 ml de vinho tinto
Salsa picada q.b.
Azeite q.b.
Sal q.b.
Uma gota generosa picante da avó da Carina
Cogumelos laminados (uma latinha)
Esparguete q.b.
Queijo mozarela q.b.
Orégãos q.b.
Vamos por partes. Agora ouves e só depois concluis. Num tacho colocas o azeite e a cebola, que vai aloirar suavemente. Calas-te e continuas-me a ouvir. Calmamente, como convém. Acrescenta-se a cenoura e deixa-se cozinhar. Continuo a falar. Mordes-te. Não falas. Eu continuo e coloco o tomate, o louro e a salsa. Franjes a testa. Por dentro derreto. Severamente prolongo e junto a carne, o sal e o picante.
Tapo o tacho e deixo cozinhar. Ouves-me estoicamente. Divirto-me e preocupo-me. Destapo o tacho e rego tudo com a polpa de tomate e o vinho. Deixo continuar a cozinhar tudo e espalho os cogumelos. Tapo o tacho. Tudo fica a apurar em lume brando. O aroma das navegações espalha-se. Acalmas-te. Ouviste tudo. Ficas sem palavras e beijas-me. Sufoco. Sufocas-me. Libertas.
Pões a mesa que estou cansado. No prato fazes uma cama de esparguete, deitas a carne. Tapas com queijo mozarela e polvilhas com óregãos. Vai o prato 30 segundos ao microondas para que o queijo derreta e vamos comer… obrigado… à minha maneira.
Beijo-te e abraço-te.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Quiche Pedrinhu Miguelituh
Do teu rosto revivo os lábios suculentos que me cercam os sentidos e me aprisionam. Ancestral momento lívido e prisioneiro. Desfeito líquido de força neutra que me percorre como seiva enérgica. Alegra-me a memória. Rememorizo o sonho. Baptizo a hora. Sirvo o prato. Alimentamo-nos.
Ingredientes:
Massa quebrada (ver receita de quiche do campo)
Um alho francês cortado em rodelas finas
Uma cebola
Um tomate picadinho
Um punhado de milho
Cogumelos laminados (uma lata)
130 a 150 gramas de carne de vitela picada
Queijos (mozzarela, ilha e edam)
4 ovos
400 ml de natas ligth
Sal q.b.
Pimenta moída q.b.
Salsa e coentros picadinhos q.b.
Orégãos e Amêndoa laminada q.b.
Numa frigideira antiaderente coloca-se a cebola picada e o tomate, sem colocar qualquer tipo de gordura, deixa-se cozinhar um pouco e acrescenta-se a carne picada. Tempera-se de sal e pimenta. Deixa-se cozinhar por breves momentos e coloca-se o alho francês. Seguem-se o milho e os cogumelos. Deixa-se cozinhar tudo até todos os ingredientes secarem.
À parte, numa tigela, batem-se os 4 ovos e as natas. Junta-se salsa e coentros e rectifica-se o sal e a pimenta. Nesta tigela deitam-se os ingredientes da frigideira e junta-se o queijo (três tipos de queijos diferentes) e mistura-se tudo muito delicadamente.
Entretanto, liga-se o forno. Estende-se a massa (ver receita de tarte do campo ou uma embalagem de massa quebrada de compra) e forra-se uma tarteira, devidamente untada, onde se coloca o preparado da tigela. Cobre-se com mais um pouco de mozzarela, espalham-se orégãos e decora-se toda a quiche com a amêndoa laminada.
Vai ao forno cerca de 20 a 30 minutos e está pronta!!!
Beijos e abraços
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Bolo com a laranja à moda da Ti’Marília
Era uma vez um mundo redondo, redondinho, como aquela laranja do quintal da minha avó. Era um mundo só meu partilhado por alguns. Buracos na areia, repuxos de água, o tanque e a cisterna. Sou campeão neste mundo, onde a sala dos troféus iluminam o canto da folia. A erva do príncipe aquecerá para o lanche repleto de memórias prazerosas.
Ingredientes
1 laranja grande e muito bem lavada
2 chávenas de farinha
2 chávenas de açúcar
1 chávena de óleo
2 ovos inteiros
1 colher de sobremesa de fermento em pó
Depois das mãos bem lavadas das brincadeiras na areia, lavas muito bem uma laranja grande e luzidia. Corta-se a laranja inteira, sim, inteira com a casca e tudo, em oito partes e coloca-se tudo num copo alto. Acrescenta-se o óleo e tritura-se tudo com a ajuda de uma varinha. A varinha irá desfazer a laranja desde a casca à polpa. Numa tigela, deitas o açúcar e os ovos bates muito bem e acrescentas a mistura da laranja com o óleo e bates mais um pouco. Por fim, juntas a farinha misturada com o fermento em pó e bates a massa mais um pouco com um sorriso lindo e carinhos memorial da saudade. Massa está pronta. Deita-la numa forma de bolo já untada e levas ao forno pré-aquecido por cerca de 20 a 30 minutos. E o bolo fica prontinho para o lanche de uma tarde como as outras, mas única e repleta de divertimentos e viagens imaginárias.
Beijos e Abraços do Pedrocas
terça-feira, 12 de julho de 2011
Pingo púrpura ou purple dot or Rain…
Silvestres ondas nos bucólicos grãos de areia onde descomposturas o desejo. Rio desta imagem. Agradas-te. Misturas-te na afiguração e delicias-te em gozo. Apanhas uma a uma. Ofereces-me cada uma em troca de uma promessa do ensejo. Crês. Compremeto-me. Bebemos… pingo a pingo, sem memória. Reminiscência de tudo envolta de nada… no copo.
Ingredientes
200 gramas de amoras
6 colheres de sopa de leite condensado
Gelo q.b
3 a 4 dl de rum
1 dl de seven-up ou sprite
Numa gargalhada rasgada desafias-me. Num copo alto trituro todas as amoras. Misturo o leite condensado e metade do rum e dou-lhe com a varinha. Dou-lhe com garra de verão, nesta noite quente e que me seduz. Gostas. Rasgo gargalhada. Coloco o gelo e continuo com a varinha, repito a operação até o gelo engrossar o líquido. Deito o resto do rum. Mexo. Acrescento a seven-up ou sprite e... And we are ready to party…. A festa é nossa.
Beijos e abraços
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